O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Edinho Silva. Créditos: Reprodução/Youtube
Trump foi definido como o “maior líder fascista do século XXI” pelo presidente nacional do PT, Edinho Silva, durante evento da frente ampla “Direitos Já”, em São Paulo, na noite de segunda-feira (15). A declaração reforça o alerta para o crescimento do fascismo no Brasil e no mundo, segundo o dirigente.
Durante o evento, Edinho destacou que o fascismo está em franca ascensão globalmente, com reflexos graves no Brasil. “Não podemos ter receio de fazer essa caracterização”, afirmou, convocando os movimentos progressistas a se mobilizarem para resistir ao avanço autoritário, citando especificamente o governo de Donald Trump como símbolo desse fenômeno.
O encontro reuniu importantes representantes da esquerda, incluindo o ex-ministro José Dirceu, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do STF Gilmar Mendes. Edinho reforçou que “é hora de levantarmos nossas vozes e demonstrarmos ao mundo que é possível vencer o fascismo e o autoritarismo”.
Além da denúncia do fascismo, o debate também abordou a importância da disputa pelo Congresso em 2026. José Dirceu ressaltou a necessidade de fortalecer a democracia e defender o governo Lula, convidando à renovação do Congresso para conter ameaças autoritárias.
O ex-presidente do PSDB José Aníbal chamou a atenção para estratégias de grupos de direita que buscam mudar a composição do Senado para tentar afastar ministros do Supremo Tribunal Federal, intensificando a crise institucional.
O discurso crítico à figura de Trump e ao fascismo ocorre em um contexto de polarização crescente no Brasil, onde forças autoritárias vêm ganhando espaço e desafiam o equilíbrio democrático.
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A Justiça também determinou medidas para bloquear o patrimônio dos suspeitos, como o sequestro de bens e restrições à atuação de empresas ligadas ao grupo.
Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
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