Jair Bolsonaro e Anderson Torres. Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) fixou nesta quinta-feira, 11, a pena do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, em 24 anos de prisão, em regime fechado - 21 anos e seis meses de reclusão e 2 anos e seis meses de detenção -, além de 100 dias multa (no valor de um salário mínimo).
Os ministros seguiram os termos do voto do relator, Alexandre de Moraes.
A pena foi fixada da seguinte forma:
Pesaram contra Torres, "circunstâncias altamente desfavoráveis", anotou Moraes. O ministro destacou o alto cargo que Torres tinha no governo, sendo ainda secretário de Segurança do Distrito Federal no 8 de janeiro de 2023. Também ressaltou o fato de ele ser delegado de Polícia Federal de carreira.
O relator apontou ainda como Torres atuou em várias pautas "manifestamente ilegítimas" contra o sistema eleitoral, com vistas ao objetivo comum da organização criminosa - "perpetuação no poder e fim da democracia, com ditadura".
Estadão Conteúdo
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Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
O presidente do Brasil ainda afirmou que a guerra dos Estados Unidos, liderada por Donald Trump, contra o Irã é inconsequente.
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