Pernambuco, 26 de Março de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Aliança Nacional LGBTQIAPN+ aciona STF contra lei que restringe ensino sobre gênero nas escolas

Para organizações LGBTQIAPN+, a norma invade competência privativa da União e impõe limitação às atividades de docentes.

Redação Portal de Prefeitura

25 de julho de 2025 às 15:56   - Atualizado às 16:16

Escola na Bahia

Escola na Bahia Foto: Carol Garcia/GOVBA

Três organizações defensoras dos direitos das pessoas LGBTQIAPN+ ingressaram com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra uma lei do Espírito Santo que autoriza pais ou responsáveis a proibirem seus filhos ou tutelados de participarem de aulas sobre identidade de gênero, orientação sexual, diversidade sexual, igualdade de gênero e temas semelhantes. O processo foi distribuído à ministra Cármen Lúcia.

Na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7847, as entidades argumentam que a Lei estadual 12.479/2025 viola a Constituição por invadir competência exclusiva da União para legislar sobre diretrizes e bases da educação nacional, além de afrontar direitos fundamentais como a liberdade de expressão e a liberdade de cátedra.

As organizações também sustentam que a lei provoca uma situação de anormalidade no ambiente escolar, pois os docentes podem ser obrigados a silenciar diante de perguntas de alunos devido à proibição imposta por alguns pais que não desejam que determinados temas sejam debatidos em sala de aula.

A ADI 7847 foi proposta conjuntamente pela Aliança Nacional LGBTI+ (Aliança), pela Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas (Abrafh) e pela Associação Comunitária, Cultural e de Apoio Social – Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras e Negros (Fonatrans).

Em ação no STF, PSOL propõe legalizar aborto até o 9º mês de gestação

PSOL protocolou na última quarta-feira, 16 de julho, uma nova petição ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando medidas urgentes para garantir o cumprimento da liminar que suspendeu a Resolução nº 2.378/2024 do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Veja Também

A norma proibia o uso da assistolia fetal — técnica utilizada para interromper a atividade cardíaca do feto — em casos de gestações acima de 22 semanas, mesmo nos casos de violência sexual. O pedido foi feito no âmbito do processo que discute a legalização do aborto até o 9º mês de gestação.

No documento, o partido pede que o município de São Paulo reative o programa de abortos no Hospital Vila Nova Cachoeirinha, sob pena de multa de R$ 50 mil por dia ou por procedimento não realizado. 

A legenda também solicita que a Unicamp seja multada no mesmo valor caso encaminhe vítimas de estupro com mais de 22 semanas de gestação para o pré-natal, em vez de realizar a interrupção da gravidez no Centro de Assistência Integral à Saúde da Mulher. O partido destaca que, no Brasil, é permitido solicitar aborto alegando ter sido estuprada mesmo sem apresentar provas.

O PSOL ainda requer que o Ministério Público do Distrito Federal (MP-DF), o Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) e a Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) sejam intimados a cumprir a decisão do ministro Moraes.

Além disso, o partido solicita a apuração das responsabilidades de agentes de saúde que estiverem descumprindo a liminar e que o Ministério da Saúde seja intimado para reforçar a obrigatoriedade da decisão em todos os serviços do país.

A ação do PSOL busca a declaração de inconstitucionalidade integral da resolução do CFM, que impedia o uso da assistolia fetal até mesmo em casos de estupro.

Em maio de 2024, Moraes suspendeu os efeitos da norma e deu prazo de 48 horas para que cinco hospitais de São Paulo comprovassem o cumprimento da decisão e a retomada dos procedimentos. O ministro reforçou que não há limite gestacional para a realização do aborto em casos de gravidez resultante de estupro.

 

 

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

03:09, 26 Mar

Imagem Clima

28

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Senador Flávio Bolsonaro e a deputada federal Roberta Roma.
Articulação

Flávio Bolsonaro cogita deputada da Bahia para vice na chapa presidencial, diz jornal

A busca por um nome do Nordeste faz parte da estratégia para ampliar a presença eleitoral na região, onde o bolsonarismo enfrenta maior resistência.

Raquel Lyra e Kassab filiam Guilherme Uchoa Jr. ao PSD.
Chegada

Raquel Lyra e Kassab filiam Guilherme Uchoa Jr. ao PSD e reforçam bancada em Pernambuco na Câmara

Para o deputado, a decisão é resultado de um amplo diálogo com lideranças da sigla.

Edinazio Silva e Felipe Santos (Solidariedade
Eleições

"Edinazio terá autonomia total para montar chapa Solidariedade-PRD", diz vice nacional Felipe Santo

O Portal de Prefeitura conversou com Felipe Espírito Santo, vice-presidente nacional da sigla, que destacou a confiança da direção nacional na nova liderança em Pernambuco.

mais notícias

+

Newsletter