Presidente da Alepe e Governadora Raquel Lyra. Presidente da Alepe e Governadora Raquel Lyra.
Nesta semana, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE), irá apurar denúncia onde acusa o governo do estado de omitir o número de homicídios, enviada pelo Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol).
A Alepe afirmou em nota que, por meio da Comissão de Segurança Pública e Defesa Social "cumprirá o seu papel fiscalizador, ouvindo os policiais e o governo, buscando esclarecer os fatos e os números".
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Entenda o caso
O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol), no final da manhã desta terça-feira, 6 de agosto, notificou o presidente da Alepe, deputado estadual Álvaro Porto, sobre a divulgação do número de homicídios, do mês de julho, feita pelo Governo de Pernambuco.
Segundo o sindicato, há uma diferença de 18 homicídios não informados na divulgação feita pelo Governo do Estado.
"Foram (pelo menos) 289 homicídios no mês de julho e não 271. Não é manipulando números que se resolve os problemas da segurança pública. O governo tenta artificializar a sensação de paz com manipulação de números e fake news que não refletem a realidade das ruas e nem a realidade do dia a dia dos policiais civis. Estamos notificando a Assembeia Legislativa para que o poder legislativo tome conhecimento e as devidas providências” afirmou Áureo Cisneiros, presidente do SINPOL.
“Aos invés de investir realmente na segurança pública, tenta maquiar os números. Isso é inadmissível porque as pessoas estão morrendo, estão sendo roubadas, policiais estão adoecendo, mulheres violentadas e mortas devido a falta de investimento na segurança. O governo insiste no erro, não envolve os demais poderes, as forças de segurança e nem a sociedade civil organizada. Tem que ser o Juntos pela Segurança e não o Juntos com Raquel”, disse Cisneiros.
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O órgão pede ainda o pagamento de R$ 50 milhões por danos morais coletivos. A empresa tem até 24 horas, a partir da notificação, para remover 14 conteúdos identificados pelo MPT.
Perante o Plenário, AGU sustentou que o diagnóstico, por si só, não justifica o afastamento definitivo do serviço militar.
A solenidade está prevista para 18 de dezembro, após o término dos prazos legais para o processamento dos resultados e eventuais contestações.
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