Vereador do Recife Alef Collins. (Foto: Divulgação)
O vereador do Recife, Alef Collins (PP), criticou movimentações individuais para 2026 e afirmou que política se faz com diálogo e construção coletiva.
“Quem pensa em candidatura avulsa vai contra a governadora Raquel Lyra e tenta se aproveitar de um projeto construído por muitas mãos. Política não se faz com ego, mas com estratégia, realidade e ouvindo o povo”, disse o parlamentar.
Alef afirmou ainda que a federação será chamada a discutir o tema.
“Vamos convocar a executiva da federação. Ninguém pode decidir sozinho um assunto que envolve todo um grupo político”
Nos bastidores, a fala foi interpretada como um recado direto ao ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, que tem defendido publicamente uma candidatura própria para 2026.
A opinião é compartilhada pelo deputado estadual Henrique Filho (PP), líder da bancada da Federação União Progressista na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), que defendeu que a definição da candidatura ao Senado Federal nas eleições de 2026 seja construída de forma coletiva e institucional, por meio do diálogo entre os integrantes da federação formada pelo Progressistas e União Brasil.
Para Henrique Filho, a União Progressista foi criada justamente para fortalecer seus quadros políticos, ampliar sua representação e contribuir com o projeto de reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), o que exige unidade e construção conjunta das decisões estratégicas.
"Estamos ao lado da governadora Raquel Lyra e escolheremos, em conjunto com todos que integram a Federação União Progressista, o candidato ao Senado na chapa majoritária. Não aceitaremos candidatura avulsa nem projeto independente. Essa é uma decisão que precisa ser tomada de forma coletiva”, afirmou o parlamentar.
Segundo o parlamentar, a principal força da federação está justamente na capacidade de reunir lideranças em torno de um projeto comum para Pernambuco, respeitando os espaços de diálogo e as instâncias partidárias responsáveis pelas definições eleitorais.
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A condenação pelo crime previsto no artigo 129, § 13, do Código Penal foi confirmada, por unanimidade, pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).
A Corte enfrenta uma crise institucional sem precedentes, com a divulgação recíproca de relatórios comprometedores e pedidos mútuos de investigação.
O número de indicações ainda poderá aumentar caso algum outro magistrado opte por se aposentar antes da idade compulsória.
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