Mottu a moto de negócios. Foto: Mottu/Divulgação
O mercado nacional de duas rodas passa por uma transformação profunda impulsionada pela consolidação de novos modelos de negócios focados na prestação de serviços e no trabalho autônomo.
Nesse cenário altamente competitivo, a startup brasileira de locação de veículos conseguiu pavimentar um caminho de crescimento impressionante, posicionando seus produtos no topo das tabelas de emplacamentos sem realizar uma única venda direta ao consumidor final.
A estratégia focada exclusivamente no público de entregadores de aplicativos e motofretistas gerou um impacto sem precedentes na dinâmica do varejo de motocicletas no país.
Com uma operação comercial que engloba montagem especializada em sua estrutura industrial de Manaus, a empresa registrou quase cem mil unidades licenciadas no fechamento do último ciclo anual, o que representou uma expansão geométrica de oitenta e oito por cento em comparação com o período anterior.
Essa arrancada agressiva garantiu a manutenção estável da quarta colocação no ranking geral de vendas nacionais desde retrasado ano, incomodando fabricantes tradicionais de longa data.
O principal motor desse fenômeno mercadológico é o modelo de baixa cilindrada Sport 110i, que assegurou a quinta posição geral entre as motos mais vendidas do território nacional, registrando mais de onze mil emplacamentos mensais.
O sucesso comercial do modelo se justifica pelo custo-benefício e pela robustez exigida na rotina severa das grandes metrópoles.
Desenvolvida em parceria estratégica com a fabricante indiana TVS, a motocicleta entrega alta eficiência e baixo índice de manutenção periódica.
Além disso, o formato de negócio baseado no aluguel por assinatura atrai milhares de condutores que buscam evitar a burocracia de financiamentos bancários convencionais.
A plataforma alcançou um patamar financeiro bilionário em receita anual recorrente, operando uma frota activa estimada em mais de cem mil motocicletas locadas que circulam pelas vias públicas e já expandem fronteiras internacionais.
Para manter o ritmo de crescimento, novas frentes de produtos estão programadas para estrear nas linhas industriais até o mês de agosto, prevendo alcançar uma fabricação de cento e dez mil unidades e abrindo espaço para modelos econômicos inéditos no mercado popular.
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