A primeira frota de taxis elétricos em Curitiba. Foto: Divulgação
A viabilidade financeira de migrar para um veículo 100% elétrico depende diretamente da quilometragem percorrida no mês. Quanto mais o automóvel roda, mais rápida é a recuperação do investimento inicial. Para dimensionar esse impacto no bolso do motorista, uma simulação comparou os custos operacionais de um modelo a combustão tradicional (média de 9,0 km/l com gasolina a R$ 6,54 por litro) com um modelo elétrico de média eficiência (8,5 km/kWh).
A análise considera os gastos anuais com combustível versus recarga residencial (tarifa média de R$ 0,85/kWh) e a economia do IPVA (calculada sobre um veículo valorado em R$ 130.000,00, considerando a alíquota padrão de 3% no valor de R$ 3.900,00 anuais versus isenção total para o elétrico).
Este perfil atende quem utiliza o veículo para deslocamentos diários curtos de trabalho e lazer no fim de semana, somando 12.000 quilômetros ao ano.
Perfil comum para quem realiza trajetos longos entre cidades vizinhas ou utiliza o automóvel intensamente na rotina urbana, acumulando 24.000 quilômetros anuais.
Uso profissional de alta exigência em plataformas de transporte ou praças de táxi, rodando 60.000 quilômetros por ano.
Enquanto o motorista de uso moderado leva cerca de três a quatro anos para amortizar a diferença de preço de um elétrico apenas com a redução de custos fixos, o profissional que roda 5.000 km por mês atinge a paridade em cerca de 12 meses. A combinação de menor custo por quilômetro e isenção tributária consolida o elétrico como uma ferramenta de alta rentabilidade para frotas de serviço.
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Estudo avalia a viabilidade financeira e a rotina do motorista em três cenários de abastecimento para veículos elétricos.
A norma altera o Código Penal e a Lei nº 8.176/1991 e passa a prever punições mais rigorosas para a subtração de petróleo e derivados.
Variação de preço depende da distância do quadro de medição individual até a vaga na garagem e das exigências de segurança da Neoenergia Pernambuco.
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