Evento de vereadores defende que as penas se apliquem à candidata fraudadora, ao dirigente partidário responsável e aos envolvidos diretos no ilícito sem atingir os eleitos legitimamente pelo voto popular.
Deputado federal, Fernando Monteiro. (Foto: Rodolfo Kosta/ Portal de Prefeitura
Ao participar na manhã desta sexta-feira, 28 de novembro, do 1° Congresso Nacional de Vereadores e Vereadoras e Agentes Públicos promovido pela CNV, o deputado federal, Fernando Monteiro (PSD), diz que existe um projeto já no Senado que trata da questão sobre punir infrações na cota de gênero (assista o vídeo abaixo).
"Muitas vezes a gente pune quem tem o voto", comentou o deputado ao comentar ser contra a punição diretamente para os vereadores eleitos pelo voto popular.
A crescente judicialização de mandatos municipais em todo o Brasil, motivada por acusações de fraude às cotas de gênero, tem levado à cassação de chapas completas — incluindo vereadores eleitos democraticamente que não participaram, não sabiam e não se beneficiaram de qualquer irregularidade. É justamente contra esse cenário que o Congresso se mobiliza.
A CNV, ANV, ANV-PE e entidades parceiras defendem que a legislação eleitoral seja alterada para que as penas se apliquem exclusivamente:
Durante o congresso, parlamentares federais, juristas e representantes das entidades municipalistas irão apresentar propostas legislativas, discutir ajustes possíveis no Código Eleitoral e articular um grupo de trabalho nacional para encaminhamento de um Projeto de Lei ou PEC diretamente ao Congresso Nacional.
O evento conta com mais de 30 palestrantes confirmados, entre juristas, especialistas em direito eleitoral, autoridades públicas, lideranças municipalistas, consultores de comunicação política, vereadores experientes e representantes da juventude e das mulheres na política. Os principais painéis incluem:
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As Uniformizadas também definiram apoio ao candidato a deputado federal Anderson Ferreira e ao candidato a deputado estadual Raffiê Dellon.
Alinhado ao PSD e à governadora Raquel Lyra, o gestor destacou que a decisão fortalece um projeto político que, segundo ele, tem promovido avanços importantes para Pernambuco.
O certame terá validade de dois anos, contados a partir da publicação da homologação do resultado final. A gestão municipal poderá prorrogar esse período uma vez por igual período.
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