Aliados políticos de Bolsonaro reagem à prisão preventiva do ex-presidente nas redes sociais Fotos: Rogério Santana/Governo RJ / Agência Senado / Pedro de Oliveira/ALEP /
Os aliados políticos de Jair Bolsonaro (PL) reagiram à ordem de prisão preventiva do ex-presidente expedida no início da manhã deste sábado, 22 de novembro.
O pedido da prisão foi feito pela Polícia Federal (PF), que solicitou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, uma ordem de prisão a Bolsonaro, que teve como justificativa a garantia da ordem pública.
Na sexta-feira, 21, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) havia convocado uma vigília em apoio ao ex-presidente. A PF avaliou que o ato representava risco para participantes e agentes policiais, com aglomeração.
Além disso, havia o temor de risco para o próprio ex-presidente. Após o anúncio da prisão preventiva de Bolsonaro, os aliados do ex-presidente começaram a se manifestar em suas redes sociais.
No X (antigo Twitter), o presidente nacional do Progressistas, senador Ciro Nogueira (PP), afirmou, que a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro "é mais uma provação no martírio que está passando".
Nogueira destacou a fragilidade da saúde de Bolsonaro. "Todos que conhecem e admiram o presidente Bolsonaro, como eu, sabem o sofrimento e a fragilidade que seu estado de saúde está impondo ao seu corpo e os cuidados que exige 24 horas por dia", disse, em publicação. "Mitos não sucumbem a violências São eternizados por elas", acrescentou.
Também no X, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), se solidarizou com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após a transferência de Bolsonaro para as dependências da PF, afirmando que "está com Bolsonaro em mais esse desafio". Castro também disse que não irá perder a esperança de "viver o ideal de Deus, pátria, família e liberdade".
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, afirmou em nota oficial publicada no X que a prisão de Bolsonaro é a democracia "sendo colocada à prova".
"Nenhuma democracia sobrevive quando a lei passa a ter destinatários específicos", afirmou Sóstenes, e acrescentou que "prisões sem fundamento corroem a confiança pública e ativam o alarme do Estado de Direito".
O deputado federal garantiu que, como líder da bancada do PL, "não aceitaremos intimidação". "Defenderemos Bolsonaro, sua família e todos os brasileiros que hoje sentem o peso da ameaça. Faremos isso dentro da lei, com coragem e com a certeza de que ninguém consegue prender a verdade."
'Não há motivos para tirar Bolsonaro da prisão domiciliar'
O senador Sérgio Moro (União-PR) também usou a rede social X neste sábado, 22, para dizer que "não há motivos" para tirar o ex-presidente Jair Bolsonaro da prisão domiciliar. Ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro, Moro lembrou do histórico de saúde de Bolsonaro.
"O presidente Bolsonaro tem sequelas decorrentes da facada. O histórico de cirurgias e crises é conhecido por todos. Não há motivos para tirá-lo da prisão domiciliar. A outros, como o ex-presidente Collor, com problemas de saúde bem menores, foi garantido esse tratamento", disse em publicação.
Já o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou que a "injustiça prevaleceu", após a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para as dependências da Polícia Federal na manhã deste sábado.
"Afastaram Jair Bolsonaro do convívio da família, de forma arbitrária e vergonhosa para nossa história. Silenciar opositor não é Justiça, é abuso de poder", disse Zema. O governador acrescentou que divergências políticas não devem ser motivo para prisão e este "não é o Brasil que queremos".
O deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) manifestou solidariedade ao ex-presidente Jair Bolsonaro após o cumprimento de mandado de prisão preventiva, expedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, neste sábado "É triste vê-lo enfrentar esse momento.
Quem conviveu com ele sabe da sua honestidade, da sua lealdade e do quanto sempre colocou o Brasil acima de tudo", disse Derrite. "Minha solidariedade ao Capitão, à família e a todos os patriotas que assistem, indignados, a esse capítulo da história."
Estadão Conteúdo.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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