CNH Créditos: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
O exame prático para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Brasil passou por uma mudança significativa em 2026. Uma das novidades que mais chamou atenção de candidatos é que deixar o carro apagar durante a prova não resulta mais em reprovação automática.
Isso acontece porque o sistema de avaliação deixou de usar critérios eliminatórios isolados — como falhas técnicas específicas — e passou para um modelo baseado em pontuação, alinhado às infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Na nova regra, que foi instituída pelo Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular e já começou a ser adotada por vários Detrans, o candidato inicia a prova com pontuação zero.
Durante o percurso, infrações cometidas são somadas de acordo com sua gravidade:
Leve: 1 ponto
Média: 2 pontos
Grave: 4 pontos
Gravíssima: 6 pontos
O candidato é considerado aprovado se não ultrapassar 10 pontos no total ao final da avaliação.
Essa mudança significa que erros que não configuram infrações de trânsito, como deixar o motor morrer ou pequenas hesitações que não comprometam a segurança, não causam reprovação imediata — mas podem ser contabilizados como faltas leves ou médias dentro do limite permitido.
Com o fim da reprovação automática por falhas isoladas como o carro apagar, a prova prática passa a priorizar:
domínio do veículo ao longo do percurso
respeito à sinalização e às regras de trânsito
condução segura e consciente em contexto real
tomada de decisão adequada diante de imprevistos
Esse novo formato visa tornar o exame mais justo e próximo da realidade do trânsito, avaliando habilidades práticas e não apenas erros pontuais.
Além da alteração na forma de avaliação, a prova prática também sofreu outras atualizações com a nova resolução:
Fim da baliza como etapa eliminatória: a famosa manobra deixa de ser um critério de reprovação isolado.
Carros automáticos liberados na prova: candidatos podem usar veículo com câmbio automático se desejarem.
Essas mudanças fazem parte de uma reformulação geral no processo de habilitação que, entre outras medidas, reduziu carga horária mínima de aulas práticas e trouxe mais flexibilidade ao exame.
Para muitos candidatos, a mudança traz um alívio importante. Antes, erros técnicos isolados eram muitas vezes motivo de reprovação imediata e ansiedade exagerada. Agora, com a avaliação por pontuação, o que mais conta é a condução global do veículo e a capacidade de manter a segurança durante todo o percurso.
Essa alteração reforça a ideia de que errar é parte do aprendizado, e que saber corrigir um deslize — como ligar novamente o carro com segurança após ele apagar — faz parte da habilidade de dirigir.
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Além de manter a operação no Galo, a categoria autorizou a negociação do Acordo Coletivo que definirá salários e direitos para 2026/2027.
A picape elétrica da montadora americana Tesla, conhecida pelo desenho angular e pela carroceria em aço inoxidável.
De acordo com o sindicato, houve uma reunião entre a direção da entidade e os gestores da CBTU solicitando um plano completo de funcionamento e segurança.
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