A detenção foi substituída por uma série de obrigações que deverão ser cumpridas pelo investigado durante o andamento do processo.
Senival foi detido sob suspeita de integrar esquema de lavagem de dinheiro para a facção criminosa usando uma empresa de ônibus a Transunião que presta serviço à cidade de São Paulo.
A investigação teve início em 2020, após a morte de um ex-dirigente da empresa, e avançou com a análise de documentos, celulares e registros financeiros apreendidos.
Gaeco e Deic cumprem mais de 100 mandados e apontam esquema com empresas de ônibus, movimentação milionária e atuação de organização criminosa no sistema de transporte
As autoridades ainda não divulgaram informações sobre possíveis antecedentes dos suspeitos nem sobre a existência de provas que possam ligar diretamente os dois ao atentado.
A investigação aponta possíveis episódios de quebra de decoro parlamentar, assédio, misoginia, intimidação funcional e abuso da condição de agente político.
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