O ex-presidente foi preso preventivamente nas primeiras horas da manhã deste sábado, 22 de novembro, pela Polícia Federal.
Ao todo, 11 pernambucanos já ocuparam uma vaga no Supremo, com o último sendo Barros Barreto, nomeado por Getúlio Vargas em 1939, durante a ditadura do Estado Novo.
O parlamentar foi condenado a 16 anos, 1 mês e 15 dias por organização criminosa, tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Lindbergh Farias sustenta que não há comprovação de publicação da licença médica do deputado do PL no Diário Oficial da União.
O advogado-geral da União chegou a ser cotado para a cadeira que hoje é ocupada por Flávio Dino.
Com a defesa reunindo laudos para tentar garantir prisão domiciliar a Bolsonaro, dados revelam que o Supremo Tribunal Federal raramente concede o benefício, reforçando as dificuldades do ex-presidente.
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