Ao todo, 11 pernambucanos já ocuparam uma vaga no Supremo, com o último sendo Barros Barreto, nomeado por Getúlio Vargas em 1939, durante a ditadura do Estado Novo.
Jorge Messias. Foto: Renato Menezes/AscomAGU.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, novo indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para assumir uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF), poderá devolver a Pernambuco um representante na Suprema Corte após 62 anos.
Ao todo, 11 pernambucanos já ocuparam uma vaga no STF. O último foi Barros Barreto, nomeado por Getúlio Vargas em 1939, durante a ditadura do Estado Novo. Ele permaneceu no tribunal até 1963, totalizando 24 anos como ministro.
Se aprovado pelo Senado, Messias, de 45 anos, poderá permanecer no Supremo até 2055, quando completará a idade constitucional para aposentadoria compulsória. Se confirmado, ele poderá ter 30 anos de atuação na Corte.
A Faculdade de Direito do Recife (UFPE), onde Messias estudou, formou 40 ministros do STF ao longo da história.
O mais recente foi o paraibano Rafael Mayer, que se aposentou em 1989 após pouco mais de dez anos no tribunal. A instituição foi criada em 1827 pelo imperador Dom Pedro I, assim como a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, hoje parte da Universidade de São Paulo (USP).
Segundo dados do próprio Supremo, seis Estados e o Distrito Federal nunca tiveram representantes na Corte, sendo eles o Acre, Amapá, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima e Tocantins, além do Distrito Federal.
As unidades da federação que mais tiveram ministros no STF são: Rio de Janeiro - 33; Minas Gerais - 30; São Paulo - 26; Rio Grande do Sul - 18; e em seguida aparecem Bahia - 14 e Pernambuco - 11.
Origem dos atuais ministros do STF
Estadão Conteúdo
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15:07, 26 Set
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Entre os principais argumentos do pedido está o de que a limitação provocada por franquias pré-pagas gera uma desigualdade no acesso à informação por parte das camadas mais pobres da população.
Pela decisão, a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) também deverão opinar sobre a questão.
O magistrado passou a ser alvo de investigação após ser citado em conversas encontradas no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
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