Lula e Jorge Messias. Foto: Ricardo Stuckert / PR
Pastores evangélicos aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmaram à CNN não ter nada contra a eventual indicação do advogado-Geral da União (AGU), Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF), embora considerem que a escolha pode representar uma tentativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de se aproximar do eleitorado religioso.
Membro da Igreja Batista e homem de confiança de Lula, Messias é apontado como o favorito para ocupar a vaga deixada pela aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso.
Caso seja confirmado, ele poderá se tornar o segundo evangélico da Corte, ao lado de André Mendonça, ministro indicado em 2021 por Bolsonaro e integrante da Igreja Presbiteriana.
Conforme o rito constitucional, o indicado ao STF precisa ser sabatinado e aprovado pelo Senado.
À CNN, o pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, afirmou que não se opõe à possível escolha de Messias.
“Minhas divergências com Jorge Messias são no campo ideológico. Eu não tenho nada pessoal contra ele, não vi até aqui nada moral contra a vida dele. A minha questão é ideológica só. Eu aprendi uma coisa: eu posso discordar, eu posso até criticar, mas é uma indicação de competência do presidente da República”, declarou.
Malafaia destacou ainda que também não se opôs à nomeação de Cristiano Zanin, mesmo tendo sido advogado de Lula.
“A minha crítica foi veemente ao Flávio Dino, que é um militante ideológico. Para mim, é perigoso se for da esquerda, da direita, de onde for”, disse.
O pastor Robson Rodovalho, líder da Igreja Sara Nossa Terra e próximo da família Bolsonaro, também avaliou de forma positiva a possível indicação de Messias.
“Messias é um homem de caráter e honra”, afirmou.
Rodovalho acrescentou que considera positivo o fato de a Suprema Corte poder contar com um segundo ministro evangélico.
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Fernando Cerqueira destacou a segurança das urnas eletrônicas e recomendou conferir o local de votação, levar documento oficial e usar a cola eleitoral.
No primeiro turno, o eleitor votará para deputado federal, deputado estadual ou distrital, senador, governador e presidente da República.
O crime ocorreu na quarta-feira, 30 de setembro, na Avenida Professor Walter Thaumaturgo, conhecida como Avenida do Povo.
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