Candidato do Missão classificou decisão do ministro como "ilegal" e "persecutória" e afirmou que não pretende desistir da disputa.
Segundo o órgão, o candidato teria realizado ataques contra 14 etnias indígenas da região no contexto de protestos ocorridos em janeiro de 2026, no terminal portuário da Cargill.
Ao abordar questões relacionadas ao trabalho e à economia, o candidato criticou declarações atribuídas a Lula e questionou a promessa de redução da jornada de trabalho.
Pablo Marçal (PRTB) e Edmilson Costa (PCB) são os únicos candidatos que não têm compromissos de campanha previstos para esta sexta-feira, 21 de agosto.
Candidato ao Governo de Pernambuco cumpre agenda no Agreste antes de viajar a Maceió para encontro com o presidenciável do Missão.
A equipe do petista argumenta que os dois candidatos não atenderiam aos critérios estabelecidos pela legislação eleitoral para participação nos debates.
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