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"Esses dois criminosos não vieram": Renan Santos critica ausência de Lula e Flávio em debate da Band

Ao abordar questões relacionadas ao trabalho e à economia, o candidato criticou declarações atribuídas a Lula e questionou a promessa de redução da jornada de trabalho.

24 de agosto de 2026 às 09:59   - Atualizado às 10:02

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão).

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão). Foto: Renato Pizzutto/Band

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) elevou o tom durante o segundo bloco do debate presidencial realizado neste domingo, 23 de agosto. Durante sua participação, o presidenciável direcionou críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao senador Flávio Bolsonaro (PL). (Confira o vídeo abaixo)

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Ao abordar questões relacionadas ao trabalho e à economia, Renan Santos criticou declarações atribuídas a Lula e questionou a promessa de redução da jornada de trabalho. O candidato também citou o aumento de preços e a situação de empresas brasileiras.

“O maior inimigo do trabalho falou que você vai trabalhar menos. Esse mesmo cara falou que você ia comer mais picanha, falou que ia taxar as ‘blusinhas’ e você não ia pagar o preço. Não acredita no que os políticos estão dizendo, que você vai trabalhar menos e ganhar mais. Até a Casas Bahia está quebrando. Todo mundo está quebrando”, afirmou Renan Santos durante o debate.

Na sequência, o candidato defendeu mudanças na legislação trabalhista e afirmou que novas reformas seriam necessárias para evitar casos como a suposta “rachadinha” atribuída a Flávio Bolsonaro.

“Alterar a lei trabalhista para contratar ser mais fácil, para você não precisar pagar tanto imposto na hora de receber o seu salário, para o Flávio Bolsonaro fazer a rachadinha, uma reforma trabalhista que permita você ser contratado por hora”, declarou.

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Outros candidatos apresentam propostas

O debate também teve a participação de outros candidatos, que apresentaram posicionamentos sobre temas relacionados ao trabalho e à política internacional. O candidato Augusto Cury (Avante) defendeu o fim da escala de trabalho 6x1. Segundo ele, a adoção da escala 5x2 contribuiria para melhorar a qualidade de vida e a saúde mental dos trabalhadores.

“A escala 5x2 atende às necessidades dos trabalhadores, mais qualidade de vida, e, consequentemente, produzirem mais. Escala 6x1 atende a determinados setores da economia”, afirmou Cury.

Questionado sobre política internacional, o candidato Ronaldo Caiado (PSD) criticou a atual postura do Itamaraty e defendeu mudanças na atuação diplomática brasileira.

“A chancelaria passou a ser porta-voz do PT. Isso que vou recuperar no Brasil. Vou fazer com que a chancelaria do Brasil volte a fazer acordos”, declarou Caiado.

As falas ocorreram durante o segundo bloco do debate presidencial realizado neste domingo (23), que reuniu os candidatos para discutir propostas e temas relacionados à disputa eleitoral de 2026.

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