Policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao parlamentar
As quebras abrangeram as movimentações no período de 20 a 21 de outubro de 2025. A solicitação foi pela Polícia Federal (PF) com aval da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Carla Ariane Trindade é suspeita de receber propinas do empresário André Gonçalves Mariano, apontado como pivô de esquema envolvendo materiais didáticos.
A ex-primeira-dama também direcionou críticas ao procurador-geral da República Paulo Gonet.
Segundo a corporação, menções diretas e indiretas ao filho do presidente surgiram a partir de depoimentos e de materiais apreendidos durante operações de busca e apreensão realizadas no curso das investigações.
A decisão que determinou a nova detenção teve como base a suspeita de descumprimento de medidas cautelares.
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