A plataforma passou a ser cobrada pelo governo após repercussão do caso de uma adolescente que foi induzida a tirar a própria vida durante uma live transmitida pela aplicativo.
Procuradores da República de todo o País foram orientados a instaurar procedimentos para verificar se houve desvio de finalidade ou uso indevido dos recursos nas localidades onde atuam.
Nomeado para a Suprema Corte em 1984 pelo então presidente João Figueiredo, o jurista presidiu o STF entre os anos de 1993 e 1995.
O objetivo é verificar se houve eventual desvio na aplicação de recursos vinculados ao mecanismo federal de incentivo à cultura.
Empresário afirma que investigação teve início após permitir encontros de oração entre funcionários; caso reacende debate sobre liberdade religiosa no ambiente corporativo.
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