O promotor destacou que a prática configura preterição arbitrária e representa burla ao certame, princípio previsto na Constituição Federal.
Além do gestor, outros quatro investigados também foram presos preventivamente e afastados de suas funções públicas.
Segundo o Sindicato dos Rodoviários, o texto da carta afirma que a corrupção na unidade prisional "começou de novo".
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