A crítica se refere à ala "Neoconservadores em conserva", da agremiação Acadêmicos de Niterói.
O texto é uma colaboração voluntária com o colunista.
As fantasias da ala "Conservadores em Conserva" representavam grupos como evangélicos, empresários do agronegócio, uma mulher rica e apoiadores da ditadura militar.
No desfile, a comissão de frente apresentou um personagem que remetia a Temer puxando a faixa presidencial de Dilma Rousseff, lembrando o impeachment de 2016.
No vídeo publicado em seu perfil, Collins classificou a representação como "desrespeito às famílias tradicionais, aos conservadores, aos evangélicos".
Eduardo Ribeiro afirmou nas redes sociais que o partido ajuizará uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral assim que o presidente registrar candidatura, com pedido de cassação e declaração de inelegibilidade.
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