De acordo com o ministro da Fazenda, mais de 90% dos itens afetados são fabricados no Brasil, o que diminui o impacto sobre o consumidor.
O ministro quer deixar o cargo no começo deste ano, antes do prazo de desincompatibilização para candidatos.
Segundo ele, o governo acompanha de perto a atuação do Banco Central (BC) e mantém diálogo permanente com a autoridade monetária desde a decretação da liquidação da instituição financeira.
Ana Estela Haddad, esposa do ministro da Fazenda Fernando Haddad, é secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde.
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