Paralisação chega ao oitavo dia, enquanto empresa defende mudanças para reduzir despesas e reestruturar as contas.
A greve começou no dia 10 de setembro, depois que os empregados rejeitaram a proposta para renovação do acordo específico com a instituição.
Entre as pautas apresentadas pelos trabalhadores estão questões relacionadas ao Saúde Caixa e alterações no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
A decisão estabelece que o percentual mínimo deverá ser cumprido individualmente em cada unidade abrangida pela paralisação.
Estatal acumula prejuízos bilionários e negocia crédito com quatro bancos privados, com garantia do Tesouro Nacional.
A mobilização nacional, iniciada na quinta-feira, 10 de setembro, tem entre os principais pontos de impasse as condições relacionadas ao plano de assistência médica dos empregados.
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