De acordo com a apuração, a motivação do crime teria sido ciúmes. A investigação aponta que a mulher não aceitava a relação de amizade entre a vítima e seu companheiro.
De acordo com a defesa, Maria Aparecida teria informado ao psiquiatra que não recorda de ter saído de casa, de ter ido à delegacia ou da suposta contaminação da água da vítima.
Assim que tomou conhecimento da ocorrência, a gestão municipal enviou representantes à unidade de ensino para apurar os fatos e iniciou uma investigação administrativa.
Os exames periciais confirmaram que, em uma das tentativas, a mulher quis fazer a vítima consumir pesticidas frequentemente associados ao chamado "chumbinho".
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