A influencer foi denunciada e tornou-se ré sob a acusação de praticar crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro para a facção Primeiro Comando da Capital (PCC).
Segundo os promotores, continuam presentes os requisitos necessários para a manutenção da prisão preventiva, principalmente para garantir a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal.
Desembargadores acompanharam voto da relatora e decidiram manter a prisão preventiva da influenciadora no âmbito da Operação Vérnix.
A advogada permanece presa preventivamente no âmbito da Operação Vérnix, investigação que apura supostas ligações com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC)
Ela é investigada na Operação Vérnix, que apura supostos vínculos envolvendo movimentações financeiras, transporte de cargas e contatos com integrantes da cúpula do PCC
Defesa pede transferência para Sala de Estado-Maior ou prisão domiciliar; Ministério Público é contrário ao pedido.
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