Ministro solicitou que todos os integrantes da Corte tenham acesso ao material antes da sessão que decidirá se Alexandre de Moraes será investigado no caso Master.
A situação ganhou gravidade sem precedentes na história recente do Supremo com a divulgação recíproca de relatórios comprometedores e pedidos mútuos de investigações.
A medida não significa que o julgamento já tenha data marcada. A definição dos próximos passos cabe ao presidente da Corte, Edson Fachin.
A manifestação ocorreu por meio da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), que reúne mais de dois mil delegados.
"Até quando este Senado vai tapar os olhos como se nada estivesse acontecendo?", questionou o senador.
Com a eventual deliberação, a Corte poderá analisar se o magistrado pode ser investigado a partir das conversas
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