A mudança na relatoria ocorreu no sábado, 12 de setembro, após o ministro André Mendonça encaminhar o processo à Presidência do STF.
Moraes havia solicitado que os dois casos fossem levados conjuntamente ao plenário, sob o argumento de que a análise separada poderia gerar decisões contraditórias e tumulto processual.
O julgamento sobre suposto crime de responsabilidade e abuso de autoridade atribuído ao ministro André Mendonça, que levantou o sigilo das mensagens após reportagens do Estadão, ficará para 23 de setembro.
Ministro solicitou que todos os integrantes da Corte tenham acesso ao material antes da sessão que decidirá se Alexandre de Moraes será investigado no caso Master.
A situação ganhou gravidade sem precedentes na história recente do Supremo com a divulgação recíproca de relatórios comprometedores e pedidos mútuos de investigações.
A medida não significa que o julgamento já tenha data marcada. A definição dos próximos passos cabe ao presidente da Corte, Edson Fachin.
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