Senadores do PT. Foto: Alessandro Dantas/ PT
A bancada do PT no Senado Federal não assinou o pedido de abertura da CPI que vai investigar o crime organizado. A abertura da comissão foi anunciada pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre, após a operação no Rio de Janeiro que deixou 119 pessoas mortas, sendo quatro policiais.
O requerimento recebeu 31 assinaturas, número superior ao mínimo exigido, sem o apoio de:
Por meio de suas redes sociais, Davi lembrou que a CPI vai apurar a estruturação, a expansão e o funcionamento do crime organizado, com foco na atuação de milícias e facções.
Na visão do presidente, “é hora de enfrentar esses grupos criminosos com a união de todas as instituições do Estado brasileiro, assegurando a proteção da população diante da violência que ameaça o país”.
Teresa Leitão afirmou que a operação policial no Rio de Janeiro, que ela classificou como a mais letal da história, mostra a necessidade de aprovação urgente da PEC da Segurança.
Pelo X (antigo Twitter), a senadora registrou que “trabalhadoras e trabalhadores moram nas favelas e vivem aterrorizados com o crime organizado e a atuação das milícias”. Na opinião da senadora, “garantir a vida e a segurança deve ser interesse de todos. A morte e o terror jamais devem ser banalizados”.
Humberto Costa também foi a X para dizer que a população do Rio não pode ser refém de um terror que se disfarça de "combate ao crime".
De acordo com o senador, “enquanto a segurança colapsa, o governo estadual se esconde em discursos políticos, falhando mais uma vez com quem mais precisa de proteção”.
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A proposição busca frear a rápida expansão desse mercado, que tem gerado preocupação pelo impacto nas finanças e na saúde mental dos brasileiros.
De acordo com o regulamento, a quantidade de recargas gratuitas de 13 kg será de quatro por ano para famílias de duas a três pessoas; para as famílias com quatro ou mais pessoas, será de seis ao ano.
Solicitação foi protocolada por cidadão comum e aponta possível conflito de interesses envolvendo contrato milionário do Banco Master com escritório da esposa do ministro do STF.
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