Pernambuco, 26 de Agosto de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Teve relação sem camisinha no carnaval? Veja o que fazer agora

O Carnaval é uma das festas mais populares do Brasil, marcada por alegria, música, fantasia e, muitas vezes, encontros sexuais casuais.

Fernanda Diniz

19 de fevereiro de 2026 às 15:51   - Atualizado às 16:00

Camisinha.

Camisinha. Foto: Julia Prado/MS

O Carnaval é uma das festas mais populares do Brasil, marcada por alegria, música, fantasia e, muitas vezes, encontros sexuais casuais.

No entanto, a diversão pode vir acompanhada de riscos à saúde sexual, especialmente quando a relação acontece sem proteção. Saber como agir nesses casos é fundamental para prevenir infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e evitar uma gravidez não planejada.

Avalie o risco imediatamente

A primeira medida após ter relação sexual sem camisinha é avaliar o risco da situação. A exposição a ISTs como HIV, sífilis, gonorreia, clamídia e hepatites B e C varia conforme o histórico sexual do parceiro e o contexto da relação. Quanto mais recente a exposição, mais eficazes podem ser algumas medidas de prevenção emergencial.

Além disso, se houver possibilidade de gravidez indesejada, é importante considerar métodos contraceptivos de emergência, como a pílula do dia seguinte, que deve ser tomada preferencialmente nas primeiras 24 horas após a relação, mas pode ser usada até 5 dias depois, dependendo do tipo de medicamento.

Procure atendimento médico o quanto antes

Após o Carnaval, o ideal é buscar orientação médica ou ir a uma unidade de saúde confiável. Profissionais de saúde podem indicar exames para detectar ISTs e recomendar tratamentos preventivos quando necessário.

Veja Também

No caso do risco de HIV, existe a profilaxia pós-exposição (PEP), que deve ser iniciada até 72 horas após a relação sexual sem proteção. O tratamento dura 28 dias e é mais eficaz quanto antes for iniciado. Para outras ISTs, como sífilis, gonorreia e clamídia, existem antibióticos específicos que podem tratar ou prevenir complicações graves.

Realize exames de acompanhamento

Mesmo após tomar medidas imediatas, é importante realizar exames de acompanhamento. Algumas infecções podem demorar semanas para se manifestar em testes laboratoriais. Por isso, médicos recomendam repetir exames após 30, 60 e 90 dias, dependendo do tipo de risco e do agente infeccioso.

Além disso, manter registros médicos e resultados de exames ajuda a monitorar a saúde sexual e a informar parceiros, caso seja necessário.

Prevenção futura e cuidados contínuos

Ter uma experiência de relação sem camisinha pode servir como alerta para cuidados futuros. O uso consistente de preservativos continua sendo a forma mais eficaz de prevenção contra ISTs e gravidez não planejada em relações sexuais casuais.

Conversar abertamente com parceiros sobre histórico sexual e fazer exames regularmente são medidas fundamentais para manter a saúde sexual em dia. Vacinas, como a da hepatite B e do HPV, também são recomendadas para reforçar a proteção.

 

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

21:16, 26 Ago

Imagem Clima

26

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

LACEN-PE utiliza novo sistema portátil para análise da água usada em hemodiálise
Destaque

LACEN-PE é o primeiro laboratório público do Nordeste a usar sistema para hemodiálises

Nova tecnologia permite análise mais rápida de endotoxinas na água usada em tratamentos de hemodiálise em Pernambuco

Resgate de helicoptéro da PRF a acidente em São Lourenço da Mata
Resgate

São Lourenço da Mata: idoso é socorrido de helicóptero após ser atingido por carro na BR-408; vídeo

Ciclista de 61 anos sofreu ferimentos no abdômen e na coluna lombar e foi levado ao Hospital Miguel Arraes

Mosquito do gênero Culex, vetor responsável pela transmissão do vírus Usutu.
Saúde

Febre do Nilo: vírus sem vacina transmitido por pernilongo tem quatro casos no Brasil; veja os sintomas

Maioria das infecções passa despercebida, mas formas raras podem atingir o sistema nervoso e exigir internação hospitalar.

mais notícias

+

Newsletter