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Mpox: primeiro caso do ano é confirmado no Brasil em meio ao Carnaval

A equipe de vigilância epidemiológica iniciou o rastreamento de pessoas que tiveram contato próximo com o paciente para evitar possível transmissão local.

Isabella Lopes

17 de fevereiro de 2026 às 16:51   - Atualizado às 16:59

MPOX: primeiro caso do ano é confirmado no Brasil

MPOX: primeiro caso do ano é confirmado no Brasil Foto: OMS/Divulgação

A Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre confirmou, nesta terça-feira, 17 de fevereiro, um novo caso de Mpox na capital gaúcha. Segundo o órgão, a infecção ocorreu fora do município. A equipe de vigilância epidemiológica iniciou o rastreamento de pessoas que tiveram contato próximo com o paciente para evitar possível transmissão local.

O registro acontece em um momento de atenção internacional. A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou recentemente a identificação de uma nova variante do vírus no Reino Unido e na Índia. A entidade orientou os países a reforçarem a testagem e o monitoramento.

Nova variante acende alerta

A OMS informou que a nova cepa apresenta diferenças em relação às variantes anteriores. As mudanças envolvem características como capacidade de transmissão e gravidade clínica. A organização pediu que os governos ampliem a vigilância e mantenham a capacidade de diagnóstico ativa.

O que é a Mpox

A Mpox é uma doença causada por um vírus transmitido principalmente por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou gotículas respiratórias de pessoas infectadas. O período entre a exposição e o início dos sintomas varia de cinco a 21 dias.

Os primeiros sinais costumam incluir febre, calafrios, dor de cabeça, dores musculares e inchaço dos gânglios. Em seguida, surgem lesões na pele que evoluem em estágios até formar crostas. As feridas podem aparecer em diversas partes do corpo, inclusive mãos, pés e região genital.

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Orientações de prevenção

Especialistas recomendam evitar contato direto com pessoas que apresentem lesões suspeitas. A higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel também ajuda a reduzir o risco de transmissão. O compartilhamento de objetos pessoais deve ser evitado.

Quem apresentar sintomas deve procurar atendimento médico e permanecer isolado até orientação profissional. A maioria dos casos evolui de forma leve, com recuperação entre duas e quatro semanas. O tratamento busca aliviar sintomas e prevenir complicações.

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