Pastor Ailton Foto: Reprodução
A transferência do pastor Eraldo Pereira, líder da Igreja Assembleia de Deus em Tabira, para Santa Maria da Boa Vista foi anunciada na última quinta-feira (24), surpreendendo a comunidade e provocando grande comoção.
Desde sua chegada a Tabira em 2014, o pastor conquistou o respeito e a admiração dos fiéis e moradores, não apenas pela sua atuação na igreja, mas também por meio de projetos sociais que promovem o bem-estar e a união. Em reconhecimento ao seu trabalho, Pastor Eraldo recebeu o título de cidadão tabirense em maio deste ano.
A comunidade, respaldada por lideranças políticas locais, rapidamente se mobilizou em defesa da permanência do pastor na cidade. A vereadora eleita Estefany de Júnior manifestou seu apoio e se comprometeu a buscar auxílio junto à liderança estadual da igreja para reverter a transferência.
“É fundamental que o pastor Eraldo continue cuidando de nossa comunidade e orientando aqueles que buscam oração e apoio espiritual”, afirmou.
O presidente da Câmara, Valdemir Filho, também expressou sua insatisfação com a mudança, ressaltando o impacto negativo que a ausência do pastor pode ter tanto na congregação quanto nas iniciativas sociais que ele liderava. A prefeita Nicinha Melo uniu-se ao apelo, destacando a importância de Eraldo na cidade e já contatou a Direção Estadual da IEADPE, solicitando sua permanência.
Com a mobilização em massa, a cidade de Tabira busca agora um apelo formal para manter Pastor Eraldo, demonstrando o forte vínculo que ele estabeleceu com a comunidade ao longo dos anos. A situação evidencia o desejo da população de preservar a liderança espiritual e social que o pastor representa, reafirmando sua relevância na vida local.
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David Gonçalves Silva foi detido durante a Operação 'Falso Profeta', deflagrada sob a suspeita de estelionato, estupro de vulnerável e violação sexual mediante fraude.
Após anunciar um novo relacionamento em abril, o empresário foi acusado por seguidores e familiares de Isabel de trair a esposa durante seu tratamento.
Ao todo, o esquema de tortura física e psicológica, operado sob justificativa religiosa, mantinha cerca de 150 fiéis sob o domínio do investigado.
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