Pastor do tráfico: líder religioso preso pela Polícia Civil revendia drogas para outros traficantes Foto: Reprodução
No início desta semana, a Polícia Civil prendeu o pastor Aristóteles Ricardo de Souza, suspeito de tráfico de drogas na Vila São José, em Brazlândia (DF).
A prisão aconteceu durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, expedido pela 18ª Delegacia de Polícia, e revelou que o pastor vendia drogas na própria rua e fornecia entorpecentes a pequenos traficantes da região de Brazlândia e da Praça do Bicalho, em Taguatinga.
O religioso pregava em uma igreja localizada a poucos metros de sua residência, o que chamou atenção pelo contraste entre sua função religiosa e as atividades criminosas investigadas.
Além da atuação criminosa, Aristóteles Ricardo de Souza teve uma empresa registrada entre 2015 e 2021, voltada ao comércio varejista de hortifrutigranjeiros na Vila São José, com capital social de R$ 1,5 mil. A empresa foi encerrada após omissões nas declarações fiscais.
O suspeito também possui antecedentes por tráfico de drogas. Em 2007, ele foi preso em Ceilândia em associação com Hélio Marques da Silva, líder da chamada “Quadrilha do Periquito”.
Durante a ação policial, os agentes encontraram diversas porções de maconha prontas para venda e dois revólveres sem registro. Além disso, foram apreendidos dois veículos do suspeito, um Jeep Renegade e um Volkswagen Golf, usados no transporte e distribuição de drogas.
Aristóteles foi autuado em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo e permanece à disposição da Justiça.
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David Gonçalves Silva foi detido durante a Operação 'Falso Profeta', deflagrada sob a suspeita de estelionato, estupro de vulnerável e violação sexual mediante fraude.
Após anunciar um novo relacionamento em abril, o empresário foi acusado por seguidores e familiares de Isabel de trair a esposa durante seu tratamento.
Ao todo, o esquema de tortura física e psicológica, operado sob justificativa religiosa, mantinha cerca de 150 fiéis sob o domínio do investigado.
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