A denominação vive um momento tenso após morte do fundador, Rinaldo Luiz de Seixas Pereira, conhecido como apóstolo Rina.
04 de janeiro de 2025 às 09:01 - Atualizado às 09:27
Um suposto valor de arrecadação anual da Bola de Neve foi evidenciado em uma acusação judicial. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
Um suposto valor de arrecadação anual da Bola de Neve foi evidenciado em uma acusação judicial da pastora e cantora gospel Denise Seixas de fraude e desvio de dinheiro contra o conselho da igreja. Após o Metrópoles revelar que a disputa pelo comando da sede evangélica expôs o faturamento de centenas de milhões, o colegiado se manifestou.
A ex-esposa do fundador, Rinaldo Luiz de Seixas Pereira, o apóstolo Rina, que morreu em novembro devido a um politraumatismo depois de um acidente de moto, acionou a Justiça para denunciar movimentações suspeitas e uso de empresas de fachada em prestações de serviço na casa religiosa.
Enviada ao Ministério Público de São Paulo (MPSP), a ação tramita sob sigilo.
Em nota, o grupo administrativo alegou que o valor informado não condiz com a realidade e apenas gera “confusão na opinião pública”.
“A Igreja Bola de Neve esclarece que não são verdadeiras as afirmações de que o faturamento da instituição seja de R$ 250 milhões”, diz o comunicado.
Na denúncia, que corre na Justiça paulista, em meio à disputa pelo comando da igreja, a defesa de Denise menciona que a Bola de Neve é composta por aproximadamente 560 templos.
Segundo documento obtido pelo Metrópoles, a arrecadação pode alcançar R$ 250 milhões por ano.
De acordo com a equipe jurídica da pastora, os líderes do colegiado realizaram ações suspeitas após assumirem a presidência da sede com a morte de Rina. Everton César Ribeiro e outros integrantes do conselho são acusados de terem feito movimentações financeiras na conta do líder religioso.
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