O evangelista Lukas Lima afirmou ter sido vítima de intolerância religiosa Foto Arte/Portal de Prefeitura/Guiame
O evangelista Lukas Lima afirmou ter sido vítima de intolerância religiosa após encontrar seu carro pichado com frases ofensivas na última quinta-feira (26). Entre as mensagens escritas no veículo estavam “Deus é gay” e “Não existe ex-gay”.
Cristão desde 2022, Lukas compartilha nas redes sociais seu testemunho de fé e afirma ter renunciado à homossexualidade após, segundo ele, um encontro com Jesus. Desde então, passou a atuar em pregações em igrejas e nas ruas por meio da missão “Avivah Bragança”.
Em vídeo publicado no Instagram, ele desabafou sobre o ocorrido. “Eu não tive um dia de paz desde que aceitei a Cristo”, declarou. Para o evangelista, o ato não foi apenas vandalismo, mas uma tentativa de constrangimento por causa de sua fé.
Lukas classificou o episódio como um ataque à liberdade religiosa. Segundo ele, suas redes sociais não promovem discurso de ódio, mas relatos pessoais de transformação espiritual.
“O que aconteceu não é sobre um carro, é sobre liberdade, sobre o direito de crer e sobre convivermos numa sociedade onde discordar não pode significar destruir”, afirmou.
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Apesar do ataque, ele declarou que continuará exercendo sua fé e pregando. “Minha fé sobreviveu a conflitos internos, dores e renúncias. Não será tinta em lataria que vai apagá-la”, disse.
Em entrevistas anteriores, Lukas relatou ter enfrentado abusos na infância, envolvimento com drogas ainda na pré-adolescência e problemas de saúde mental. Segundo seu testemunho, passou por prostituição, vícios e automutilação antes de se converter ao cristianismo.
Ele afirma que a mudança ocorreu após um processo espiritual iniciado em 2022, quando decidiu aceitar Jesus e foi batizado. Desde então, utiliza suas redes sociais para falar sobre o que chama de “restauração de identidade”.
O caso reacende discussões sobre intolerância religiosa e liberdade de crença no Brasil. Especialistas lembram que a Constituição Federal garante a livre manifestação de fé, bem como a proteção contra discriminação por motivo religioso.
Até o momento, não há informações públicas sobre identificação dos responsáveis pelo vandalismo.
Da redação do Portal com informações do site Guiame
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