Coreia do Norte Foto: Reprodução
Um cristão secreto na Coreia do Norte descreveu a situação no país como “uma noite sem fim”, marcada pela fome extrema e pela escuridão do inverno. Com os dias cada vez mais curtos e temperaturas rigorosas, a vida dos norte-coreanos tem se tornado ainda mais difícil.
Além da luta por comida e recursos básicos, a população enfrenta falta de cuidados médicos e desastres naturais, como enchentes. A vigilância governamental é intensa: atividades e palavras são monitoradas do amanhecer ao anoitecer, e a população é constantemente bombardeada por propaganda estatal.
Apesar do sofrimento, os cristãos mantêm sua fé. Um deles afirmou:
“Nós ainda existimos graças às suas orações e ao seu apoio.”
O inverno traz doenças respiratórias, agravadas pela escassez de remédios. Muitas pessoas recorrem a remédios caseiros, como infusões de gengibre e rabanete com açúcar.
Mesmo diante do perigo de perseguição e da possibilidade de perder a vida, os fiéis permanecem firmes:
“Com uma fé inabalável, compreendemos que nunca devemos abandonar Cristo, mesmo se isso nos custar a vida”, relatou um cristão secreto.
A igreja global tem desempenhado papel vital, fornecendo apoio espiritual e material aos cristãos perseguidos. Para muitos, saber que há pessoas orando e ajudando a distância é um conforto essencial que fortalece a esperança.
O testemunho de fé de norte-coreanos como Eun-Yeong, que mantém firme sua crença apesar da escassez e da vigilância, inspira solidariedade internacional. A iniciativa de organizações como Portas Abertas ajuda a fornecer alimento, abrigo seguro e apoio pastoral para os refugiados que conseguem deixar o país.
Mesmo invisíveis para o mundo, os cristãos secretos da Coreia do Norte permanecem firmes, e suas histórias revelam coragem, resiliência e a força de uma fé que sobrevive às adversidades mais extremas.
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16:12, 12 Abr
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O evento é organizado pela Sociedade Assistencial Saravida, do pastor Cleiton Collins e a missionária Michele Collins.
Realizada há 11 anos nas ruas da cidade, a iniciativa amplia seu formato e segue até o dia 26 de abril com oficinas, roda de diálogo, feijoada, cortejo e samba em celebração às tradições de matriz africana.
Nas redes sociais, ele já vinha sendo visto frequentando uma igreja evangélica e participando de momentos de pregação.
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