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Suspeita de assassinar garoto Artur cumpre prisão preventiva e afirma ter sofrido violência policial

"Quando isso ocorre, o juiz tem por obrigação encaminhar o relato para a Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social das Polícias Militar e Civil, para ser apurado tal fato", relata o TJPE.

20 de fevereiro de 2025 às 18:55   - Atualizado às 19:19

Suspeita de assassinar garoto Artur cumpre prisão preventiva e afirma ter sofrido violência policial

Suspeita de assassinar garoto Artur cumpre prisão preventiva e afirma ter sofrido violência policial Foto: PortaldePrefeitura/eprodução

Giselda da Silva Andrade, é suspeita de ser autora do assassinato do menino Artur, de apenas 2 anos, no Sertão de Pernambuco. Ela afirma ter sofrido violência policial ao ser detida. Agora, ela cumpre prisão preventiva decidida pelo TJPE. 

O seu companheiro, Antônio severo, também foi detido, apontado como autor da tortura e violência sexual e homicídio da criança, acompanhado de Giselda.

O autor da violência contra a criança foi retirado da viatura após ser preso e foi espancado até a morte por populares.

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Sendo assim, o linchamento, decorrente da revolta da população com a morte da criança, levou a governadora Raquel Lyra a falar em “barbárie”. Ela disse que erros “devem ser enxergados”. 

Segundo o Tribunal de Justiça de Pernambuco, depois da morte do agressor, a suspeita foi encaminhada para a audiência de custódia. O tribunal de justiça de Afogados da Ingazeira é localizado no Sertão de Pernambuco.

Assim sendo, essa audiência foi realizada para certificar a pena de prisão, mas não iria anular a captura, que já tinha sido decretada. No entanto, aconteceram os registros da morte de Frajola, um dos assassinos. O tribunal deverá apurar os casos de “forma independente e exclusiva”.

Dessa forma, por meio de nota, o Tribunal de Justiça de Pernambuco explicou tudo o que aconteceu no caso do menino Artur.

De princípio, a criança foi encontrada sem vida no último domingo, 16 de fevereiro. Entretanto, na segunda-feira, 17 de fevereiro, foi encaminhado um mandado de prisão contra o casal.

Decisão do TJPE no caso da suspeita

Antes da decisão judicial, o Ministério Público de Pernambuco deu parecer favorável pela prisão do casal.

O cumprimento do mandado de prisão ocorreu na tarde da terça-feira, 18 de fevereiro.

De tal forma que, durante a condução do casal para a Delegacia de Polícia de Tabira, ocorreu a abordagem do comboio policial pela população. Assim, o linchamento de um dos investigados ocorreu.

No entanto, durante a manhã da última quarta-feira, 19 de fevereiro, Giselda da Silva Andrade foi submetida à audiência de custódia. Ela alegou que foi vítima de violência policial. 

“Quando isso ocorre, o juiz plantonista tem por obrigação encaminhar o relato para a Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social das Polícias Militar e Civil. Isso é feito para ser apurado tal fato”, acrescentou o TJPE. 

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