Simpere anuncia estado de greve dos profissionais da Educação. (Fotos: Reprodução/ Redes Sociais e Beto Dantas/Portal de Prefeitura
O Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife (Simpere) anunciou que a categoria entrou em estado de greve e realizará uma paralisação de 24h com um ato público nesta quinta-feira, 5 de fevereiro.
A mobilização está marcada para as 14h, na Prefeitura do Recife (PCR). A categoria pede reajuste de 5,40% na carreira retroativo a janeiro e 3,27% de 2025 na carreira.
De acordo com informações do Blog do Manoel Medeiros, três meses após firmar parceria com o Simpere para catalogar e conferir a documentação dos beneficiários dos precatórios Fundef, a Prefeitura do Recife, sob a gestão do prefeito João Campos, publicou edital oficializando que a representação sindical é opcional.
A medida muda a situação que até então obrigava professores a assinar contratos com escritórios de advocacia indicados pelo Simpere, para recebimento de 20% do crédito destinado a serviços advocatícios.
O novo posicionamento abre espaço para que docentes possam receber diretamente o pagamento, mas os prazos apertados até 5 de março podem dificultar distratos e contestações.
Segundo o Blog do Manoel Medeiros, centenas de professores foram compelidos a assinar os termos de rateio junto a escritórios privados.
O cálculo do prejuízo para os docentes é significativo: considerando um crédito de R$ 5.000,00 por beneficiário e a redução de 20% prevista inicialmente para escritórios, o professor que assinou compulsoriamente o termo teria que repassar R$ 800,00, recebendo líquido R$ 3.200,00.
O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais do Recife (SINDSEPRE) anunciou, no dia 23 de fevereiro, que a categoria decidiu decretar estado de greve em resposta à postura da gestão municipal nas negociações da Campanha Salarial 2026. A decisão foi tomada de forma coletiva e democrática, segundo informou o sindicato.
Em nota, o SINDSEPRE explicou que o estado de greve é uma medida legítima de mobilização, adotada diante da falta de avanços concretos nas negociações com a Prefeitura do Recife.
Apesar da mobilização, a entidade reforça que continua aberta ao diálogo, mas exige respeito, valorização e propostas que garantam dignidade aos servidores municipais.
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Entre os atendimentos disponibilizados estão fisioterapia, odontologia e psicoterapia, todos realizados na própria associação.
Mesmo com saldo positivo de 752 vagas formais em janeiro de 2026,um total de 23% das famílias recifenses ainda dependem de programas sociais.
O bairro sofre há décadas com enchentes e moradores enfrentam perdas materiais, problemas de saúde e vulnerabilidade social.
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