Parque da Jaqueira terá uma série de cobranças. Fotos: Divulgação/ PCR e Portal de Prefeitura
Um dos quatro parques do Recife concedidos à iniciativa privada pela Prefeitura do Recife, o Parque da Jaqueira é o mais cobiçado pela concessionária vencedora do leilão, a Viva Parques.
O Plano Operacional e Comercial do Parque da Jaqueira prevê a geração de receita de diversas fontes, a exemplo da cobrança de estacionamento, aumento da área de publicidade, e a possibilidade de cobrança de aluguel de espaços para eventos fechados e de equipamentos esportivos e de lazer.
O Plano Operacional e Comercial faz um mapeamento do potencial econômico do parque, sendo a publicidade apontada como a principal fonte de receita da concessão.
Ela se dá através de patrocínios, ativações (campanhas publicitárias temporárias), experiências integradas e mídia.
A Jaqueira tem uma série de equipamentos que podem ser explorados para patrocínio, desde a pista de cooper, até o espaço infantil e as quadras de esporte coletivo.
A mídia das empresas deve ser exibida em formatos com um circuito mínimo de 20 telas de LED (atualmente são duas), cujo investimento é de até R$ 69 mil por semana. Também podem ser feitas intervenções em paredes, grades, pisos e estruturas físicas.
Além de contar com áreas comerciais destinadas à instalação de operações de comércio e serviços, outra fonte de receita é a locação de setores do parque para a realização de eventos, sejam gratuitos, híbridos ou com bilheteria.
Esse formato inclui o futuro espaço de eventos da Jaqueira. Outro ponto polêmico é a previsão de operações de estacionamento pago, com o objetivo de contribuir para a diversificação da receita.
O plano ainda vislumbra o estabelecimento de pontos de gravação para criadores de conteúdo e influenciadores, com uma cobrança de taxa de uso ou oferecimento de pacotes de locação dentro dos parques.
Desde 10 de março de 2025, a gestão dos parques da Jaqueira, Santana, Apipucos e Dona Lindu passou da Prefeitura do Recife para a iniciativa privada.
A Viva Parques foi a vencedora do leilão realizado em julho de 2024 na B3, em São Paulo, e ficará responsável pela gestão, manutenção e operação dos parques pelo período de 30 anos. A outorga fixa, paga no momento da assinatura do contrato, foi de apenas R$ 338.906,66.
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