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João Campos é pressionado por professores do Recife em paralisação da categoria nesta quarta (23)

A mobilização integra a 26ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, que tem como tema: "Escola pública não é negócio. É direito!".

Ricardo Lélis

23 de abril de 2025 às 08:31   - Atualizado às 08:31

Professores protestam contra João Campos

Professores protestam contra João Campos Fotos: Portal de Prefeitura e Reprodução/ Redes Sociais

Em adesão à paralisação nacional convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) para esta quarta-feira, 23 de abril, o SIMPERE participa do Ato Unificado das Servidoras e Servidores do Recife, com concentração às 9h, na Câmara Municipal.

A mobilização integra a 26ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, que tem como tema: "Escola pública não é negócio. É direito!".

O Sindicato das Professoras e Professores da Rede Municipal do Recife reforça a importância do ato como momento de enfrentamento aos retrocessos impostos à educação pública e aos servidores da capital pernambucana.

João Campos ignora a Lei do Piso, oferece propostas rebaixadas e tenta empurrar com a barriga uma negociação que já deveria ter avançado. Seguimos cobrando o reajuste de 6,27% com repercussão em toda a carreira, retroativo a janeiro. Essa luta é por valorização, por respeito, por justiça”, afirma Jaqueline Dornelas, diretora do SIMPERE.

Além do descumprimento da Lei Federal 11.738/2008, que determina o reajuste anual do piso salarial dos profissionais da educação básica, os servidores municipais também denunciam o arrocho salarial e o desrespeito da atual gestão com toda a categoria.

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“A Prefeitura R$ 1 de acréscimo no tíquete-alimentação. Isso é um insulto com quem faz a educação todos os dias acontecer nas escolas”, pontua Anna Davi, também da diretoria do sindicato.

A paralisação nacional busca unificar forças contra a precarização das políticas públicas e a desvalorização do magistério. Em todo o Brasil, a CNTE e seus sindicatos filiados realizam ações para denunciar os efeitos da privatização, da militarização e da falta de condições dignas de trabalho. No Recife, a realidade não é diferente.

“Não há valorização possível quando os salários estão entre os piores do país em linha reta e o prefeito trata professor com descaso”, reforça Jaqueline.

O SIMPERE segue em estado de greve, aprovado por unanimidade em assembleia, e convoca toda a categoria a se somar a mais esse dia de luta. Educação pública de qualidade só se faz com profissionais valorizados e com condições reais de trabalho.

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