Vice presidente do Sindguardas Recife, Alessandro Sena, e o prefeito do Recife João Campos. (Fotos: Reprodução e Portal de Prefeitura)
O vice presidente do Sindicato dos GCMs, Inspetores, Subinspetores e Agentes de Trânsito do Recife (Sindguardas Recife) Alessandro Sena, relatou em seu perfil nas redes sociais, nesta sexta-feira, 30 de janeiro, os atrasos e erros no pagamento de horas extras aos guardas municipais do Recife.
Segundo Sena, a prefeitura afirmou que houve um erro de comunicação entre o Conselho de Política Pessoal (CPP) e a a secretaria responsável pela publicação da instrução normativa.
Alessando então criticou a gestão municipal por não pagar o adicional de 50% prometido para as horas extras, que são obrigatórias e implicam em punições caso o guarda não compareça, como deixar de receber promoções.
Ele considera a situação desumana e exige que o prefeito João Campos (PSB) resolva o problema, afirmando que essa é apenas a ponta do iceberg de outros problemas na Guarda Municipal.
A Guarda Municipal do Recife vive um momento crítico. Com mais de uma década sem a realização de concursos públicos, o efetivo da corporação caiu para o menor nível da série histórica, deixando a segurança de parques, praças e demais espaços públicos comprometida. Nos últimos seis anos, a cidade perdeu cerca de 345 guardas, o que representa uma redução de 18% do quadro.
De acordo com os últimos dados levantados pela Prefeitura do Recife via Lei de Acesso à Informação (LAI), a cidade conta atualmente com 1.663 guardas municipais, o menor efetivo da série histórica.
Nos últimos seis anos, a corporação perdeu 345 servidores, uma redução de 18% no quadro, o que compromete diretamente a segurança de parques, praças e outros espaços públicos.
Segundo o sindicato da categoria, SINDGUARDAS, a situação exige urgência, com estimativa de abertura de 300 a 500 vagas no próximo concurso, ainda sem data confirmada. A recomposição do efetivo é considerada essencial para a manutenção da ordem e segurança da cidade.
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De acordo com a PMPE, a prisão ocorreu na BR-101, na altura do quilômetro 74. A abordagem foi realizada por policiais do 11º Batalhão da Polícia Militar.
No documento, o bloco afirmou que já ingressou com um Mandato de Segurança na Justiça para assegurar o direito de instaurar a comissão.
Segundo relatos das vítimas, o problema teve início quando o elevador parou no 9º andar. Ao tentar subir para o 11º, o equipamento teria perdido força.
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