O vereador afirmou que a gestão municipal já recebe os recursos federais há um ano, mas só agora enviou a proposta para votação, que foi aprovada na Câmara Municipal.
Vereador Felipe Alecrim durante discurso na Câmara do Recife. Foto: Divulgação
Na sessão plenária desta segunda-feira, 26 de maio, o vereador Felipe Alecrim (NOVO) se posicionou de forma firme durante a votação do Projeto de Lei do Executivo nº 7/2025, que institui uma bonificação de desempenho de 35% para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) do Recife.
A medida contempla profissionais lotados na Estratégia de Saúde da Família, na Estratégia de Agente Comunitário de Saúde e nas equipes Multiprofissionais do município.
A proposta, que visa fortalecer a Atenção Primária à Saúde (APS) no âmbito do SUS, teve o apoio da maioria dos parlamentares e foi recebida com entusiasmo pelos profissionais da saúde e movimentos sindicais que lotaram as galerias da Câmara.
O recurso destinado à gratificação é exclusivo do Ministério da Saúde, sem contrapartida municipal em caso de interrupção do repasse federal.
Felipe Alecrim votou favoravelmente ao projeto, mas não deixou de criticar a postura da gestão municipal.
"Votei sim porque o que vocês recebem é uma miséria. Vocês precisam ser valorizados, porque qualquer gratificação, por menor que seja, ajuda vocês a levar dignidade para casa”, afirmou o vereador, dirigindo-se diretamente aos agentes presentes na sessão.
Durante seu discurso, Alecrim denunciou que a Prefeitura do Recife já recebe os recursos federais há um ano, mas só agora enviou o projeto para votação, e ainda com modificações feitas pela gestão do PSB.
Para ele, o Executivo municipal tratou com descaso a categoria.
“A prefeitura maltrata pra que a gente aceite as migalhas. Isso é migalha, minha gente. Isso que tá sendo oferecido é migalha. O problema é que a gente tem tão pouco que termina se contentando com um projeto desse”, declarou.
Com a aprovação, mais de dois mil agentes comunitários de saúde do Recife serão beneficiados com a bonificação.
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No documento, o bloco afirmou que já ingressou com um Mandato de Segurança na Justiça para assegurar o direito de instaurar a comissão.
Segundo relatos das vítimas, o problema teve início quando o elevador parou no 9º andar. Ao tentar subir para o 11º, o equipamento teria perdido força.
Maioria dos vereadores rejeitaram recursos de Paulo Muniz (PL) e Thiago Medina (PL), para investigar o prefeito João Campos (PSB).
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