Entre as principais reivindicações, a categoria pede o direito ao porte particular, a um plano de cargos e carreira e ao fornecimento de equipamentos estruturais adequados.
Eduardo Moura denuncia falta de investimento da Guarda Municipal. Foto: Divulgação
Nesta quarta-feira, 12 de novembro, guardas civis municipais realizaram uma manifestação para pedir melhorias nas condições de trabalho. A chamada ‘Marcha Azul Marinho’ percorreu as principais avenidas do centro do Recife e contou a participação de guardas de 50 municípios.
Entre as principais reivindicações, a categoria pede o direito ao porte particular, a um plano de cargos e carreira e ao fornecimento de equipamentos estruturais adequados.
Além disso, os manifestantes reclamam de contratações ilegais realizadas por algumas gestões.
O vereador Eduardo Moura, líder do Novo na Câmara Municipal do Recife, foi convidado pela organização da marcha e marcou presença no ato. No âmbito legislativo, ele se comprometeu a seguir apoiando as pautas de interesse da corporação.
“Os guardas são seres humanos e merecem ser protegidos e respeitados. A guarda municipal deve ser armada, tem que ser equipada. Eles são policiais e têm que ser vistos dessa forma. Infelizmente, o Recife é a cidade mais atrasada da região no que diz à questão do armamento. Hoje, somos a única capital do nordeste desarmada”, lamenta Moura.
Eduardo Moura lembra que propôs 47 emendas à Lei Orçamentária Anual da prefeitura, e uma delas foi justamente para beneficiar o trabalho da guarda municipal.
“O prefeito vive dizendo que a responsabilidade da segurança é do governo do estado, mas tem uma Secretaria de Ordem Pública e Segurança. O investimento que está sendo colocado na LOA 2026 para segurança em locais públicos, por exemplo, é de apenas R$30 mil. Isso só dá pra comprar 4 pistolas. É simplesmente absurdo”, critica o vereador.
Moura ressaltou que na LOA do próximo ano, consta que a comunicação do gabinete do prefeito terá R$ 85,5 milhões.
”Diante disso, nós colocamos uma emenda para destinar R$ 5 milhões desse montante da comunicação para a segurança em locais públicos, ou seja, para a guarda municipal”, assegurou.
O presidente da associação dos guardas civis municipais de Pernambuco, Etevaldo Ventura, agradeceu pela presença do parlamentar e reforçou que todo o apoio à causa é fundamental:
“A guarda municipal não é invisível. Ela existe para defender o cidadão da criminalidade que avança a cada dia. Todos os prefeitos devem assumir as suas responsabilidades e fazerem o que é certo: uma guarda municipal policial e efetiva”, concluiu.
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Com a decisão, será formada agora uma subcomissão responsável por conduzir as próximas etapas do processo disciplinar, incluindo a apuração detalhada dos fatos.
Segundo informações, os colegiais foram abordados por dois homens em uma motocicleta. Quando o mentor, de 42 anos, percebeu a ação e tentou atropelar os suspeitos.
De acordo com as investigações, ela relatou que teria sido mantida em uma área de vegetação por várias horas, junto com o marido, sofrendo tortura.
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