Jaquiely Maria Lima Oliveira e prefeito Murilo Bandeira. Foto: Reprodução
Na quinta-feira, 6 de março, no Piauí, encontraram morta a professora Jaquiely Maria Lima Oliveira, de 32 anos, após ela acusar o prefeito de Sigefredo Pacheco, Murilo Bandeira, de vazar suas imagens íntimas.
A Polícia Civil investiga o caso. Dois dias antes, na terça-feira, 4 de março, Jaquiely havia conseguido uma medida protetiva contra o prefeito, concedida pela juíza Fernanda Marinho de Melo Magalhães Rocha.
Jaquiely, que era professora e psicopedagoga clínica e institucional, denunciou que teve suas fotos privadas vazadas por Murilo Bandeira. Segundo seu relato, ela enviou as imagens a ele de forma privada em 2021, durante um relacionamento extraconjugal. No dia 3 de março deste ano, ele repassou as fotos ao marido da professora.
Após tomar conhecimento do vazamento, Jaquiely tentou entrar em contato com Murilo Bandeira, mas não obteve resposta. A juíza concedeu a medida protetiva contra o prefeito na sequência.
Segundo o site Portal B1, a Polícia Civil assumiu as investigações e trata o caso como duas situações distintas: a denúncia contra o prefeito e a morte da professora.
Por fim, o delegado Carlos Júnior informou que tomou conhecimento do falecimento de Jaquiely na tarde de quinta-feira, 6 de março. O Departamento de Polícia Científica e o Instituto Médico Legal (IML) acionaram equipes para realizar a perícia no local.
“A perícia já foi acionada para realização do trabalho técnico. Estamos apurando se houve suicídio, caso em que não há crime, ou se há indícios de homicídio”, explicou o delegado. As investigações seguem em andamento.
2
3
02:23, 08 Out
25
°c
Fonte: OpenWeather
A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) orientou que o volume fosse mantido em uma área segura e que não fosse aberto ou manipulado.
Investigação começou após a vítima relatar ameaças e transferências por Pix; suspeita foi localizada no interior do Ceará.
O grupo é suspeito de comércio ilegal de armas, vazamento de dados restritos da segurança pública e lavagem de capitais em benefício da facção criminosa, que atua no Complexo de Israel, na zona norte da capital fluminense.
mais notícias
+