Polícia prende três suspeitos de torturar turistas por gestos confundidos com símbolo de facção. Foto: Divulgação
Em Florianópolis, Santa Catarina, dois turistas paulistas foram vítimas de tortura em depois de posarem para fotos fazendo gestos que criminosos interpretaram como sinais de uma facção rival. A Polícia Civil prendeu três suspeitos pelo crime na última sexta-feira, 21 de março, após investigação conduzida pela Delegacia de Combate ao Crime Organizado (DECRIM).
O caso ocorreu em março do ano passado, na Praia de Canasvieiras, no Norte da Ilha. Os turistas tiraram fotos sem imaginar que os gestos feitos nas imagens seriam vistos como uma provocação por integrantes de uma organização criminosa.
Os suspeitos abordaram as vítimas na praia e exigiram que desbloqueassem seus celulares para verificar as imagens. Após confirmarem a existência das fotos, os criminosos obrigaram os turistas a entrar em um veículo de aplicativo e os levaram para um imóvel no Canto do Lamin, outra região do Norte da Ilha.
No local, os turistas foram mantidos em cárcere privado e submetidos a agressões brutais. Um deles teve as pernas quebradas, enquanto o outro foi espancado com pedaços de madeira. O nível de violência caracterizou o crime como tortura. Além disso, os agressores roubaram os pertences das vítimas antes da liberação.
Os ferimentos graves levaram os turistas a buscar atendimento médico, o que permitiu que a polícia iniciasse a investigação. Com base nos depoimentos e nas provas coletadas, a Polícia Civil identificou e indiciou os responsáveis.
Após reunir provas, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva dos três suspeitos. O pedido foi aceito pelo Poder Judiciário, resultando na operação que levou à captura dos criminosos em Florianópolis.
Os três homens foram detidos e encaminhados à Penitenciária da Capital, onde permanecem à disposição da Justiça. As investigações confirmaram que os suspeitos têm ligação com uma facção criminosa atuante na região.
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A Guarda Municipal, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
A criança estava internada em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara desde a noite de quarta-feira (11), quando foi atingida pelos disparos.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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