A ação atuou no Brasil com foco no ambiente digital e resultou no bloqueio de 309 domínios e 109 IPs utilizados na transmissão ilegal de sinais de TV e streaming.
Polícia Civil de Pernambuco realizou as diligências. Foto: SDS-PE
A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), por meio da Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DPCRICI), participou da Operação Cartão Vermelho, uma iniciativa internacional de combate à pirataria digital e física durante a Copa do Mundo da FIFA 2026.
A ação foi coordenada, no Brasil, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi/Senasp/MJSP) e do Laboratório de Operações Cibernéticas (CIBERLAB/CGCIBER), em parceria com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (U.S. Department of Justice – DOJ) e a Agência de Investigações de Segurança Interna (Homeland Security Investigations – HSI).
No Brasil, a iniciativa também conta com o apoio da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) e da Agência Nacional do Cinema (ANCINE), que atuam no bloqueio de sites e domínios responsáveis pela transmissão ilegal de conteúdo protegido por direitos autorais
A operação atuou no Brasil com foco no ambiente digital e resultou no bloqueio de 309 domínios e 109 IPs utilizados na transmissão ilegal de sinais de TV e streaming.
No Telegram, foram desarticulados 348 canais e grupos dedicados à pirataria, interrompendo o fluxo ilícito para mais de 1,5 milhão de usuários. Por ordem judicial, também foi determinada a desindexação de 309 domínios nos principais mecanismos de busca da internet.
A meta de completar o álbum da Copa do Mundo virou caso de polícia no interior de São Paulo. A Polícia Civil deflagrou uma operação em Tanabi para combater a reprodução e a venda irregular de figurinhas falsificadas.
A ação, motivada por denúncias anônimas de colecionadores desconfiados, resultou na apreensão de equipamentos e materiais que abasteciam o mercado paralelo de cromos.
Após investigações e diligências confirmarem o esquema, os agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão em um imóvel no centro da cidade.
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O monitoramento realizado pelo Ministério da Justiça apontou que o grupo era considerado apartidário e não apresentava uma ideologia política tradicional
Defesa pretende pedir prisão domiciliar, enquanto o caso envolve suspeita de descumprimento de medidas protetivas impostas pela Justiça do Ceará.
A ação ocorreu no último sábado, 8, no bairro de Ipioca, em Maceió, onde fica a propriedade rural "Rancho do Maia", reality show criado pelo influenciador.
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