Fábrica clandestina de figurinhas do álbum da Copa do Mundo é alvo de operação da Polícia Civil Foto: Divulgação / Polícia Civil
A meta de completar o álbum da Copa do Mundo virou caso de polícia no interior de São Paulo. A Polícia Civil deflagrou uma operação em Tanabi para combater a reprodução e a venda irregular de figurinhas falsificadas.
A ação, motivada por denúncias anônimas de colecionadores desconfiados, resultou na apreensão de equipamentos e materiais que abasteciam o mercado paralelo de cromos.
Após investigações e diligências confirmarem o esquema, os agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão em um imóvel no centro da cidade.
No local, os policiais encontraram o suspeito e confiscaram dois celulares, um computador, pacotes de papel fotográfico autoadesivo e quatro folhas com impressões prontas de craques da Seleção Brasileira, que acabaram "expulsos de campo" antes de chegarem aos pacotes.
De acordo com as autoridades, o maquinário caseiro era utilizado para clonar os cobiçados adesivos sem qualquer autorização da editora oficial. Todo o material recolhido foi encaminhado para a perícia técnica.
Agora, as investigações continuam em ritmo de prorrogação para descobrir a verdadeira goleada do prejuízo e identificar se outras pessoas ajudavam a inflar esse mercado clandestino de camisas verdes e amarelas.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) apreendeu 200 mil figurinhas falsificadas do álbum da Copa do Mundo de 2026, da Panini. O material estava no compartimento de carga de um ônibus que viajava em direção à capital fluminense. Segundo a corporação, as investigações continuam para identificar as fábricas clandestinas e os pontos de distribuição do material ilegal.
Segundo a Delegação de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial, as figurinhas passarão por uma perícia e depois inutilizadas por violação de direitos de imagem e do consumidor.
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Segundo os investigadores, o suspeito entrou no templo durante a realização da reunião religiosa e efetuou o disparo contra Jocilerne. A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.
As vistorias da agência foram realizadas durante vigência das medidas provisórias (MP) 1.340/2026 e 1.349/2026, publicadas após a guerra no Oriente Médio.
Na semana passada, o ex-presidente postou um vídeo em suas redes sociais comunicando sua ida a São Paulo para fazer uma avaliação.
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