Desde dezembro de 2023, cinco PMs estão presos, enquanto sete foram afastados de suas funções.
26 de março de 2025 às 12:51 - Atualizado às 12:51
Polícia Civil de Pernambuco realiza operação em Camaragibe. Foto: Divulgação
Uma operação da Polícia Civil de Pernambuco, realizada na manhã desta quarta-feira, 26 de março, realizou sete mandatos de busca e apreensão domiciliar contra policiais militares suspeitos de envolvimento nos assassinatos que ficaram conhecidos como a Chacina de Camaragibe, ocorrida em setembro de 2023.
Os mandatos foram executados nos municípios de Camaragibe e São Lourenço da Mata, ambos na Grande Recife, e também em Maragogi, Alagoas. Todo o material apreendido foi encaminhado ao Grupo de Operações Especiais (GOE), localizado no bairro do Cordeiro, na Zona Oeste do Recife, onde seguem as investigações.
O foco da operação é identificar os responsáveis pelos assassinatos de Maria José Pereira da Silva e Maria Nathalia Campelo do Nascimento, mãe e esposa de Alex da Silva Barbosa, de 33 anos. Alex foi o autor do assassinato do soldado Eduardo Roque Barbosa de Santana, de 33 anos, e do cabo Rodolfo José da Silva, de 38, em um confronto no bairro de Tabatinga, em Camaragibe.
Doze policiais militares são réus por triplo homicídio qualificado (motivo torpe e sem possibilidade de defesa das vítimas) no caso dos irmãos de Alex. Desde dezembro de 2023, cinco PMs estão presos, enquanto sete foram afastados de suas funções – entre eles, Fábio Roberto Rufino da Silva, então comandante do 20º Batalhão da Polícia Militar.
Os corpos de Maria José e Maria Nathalia foram encontrados em Paudalho, município vizinho. Alex, em um novo confronto com a polícia, também foi morto em Camaragibe. Esta é a única investigação que segue em andamento.
Da redação do Portal de Prefeitura com informações do JC
Dois homicídios ocorridos em janeiro deixaram a população de Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, em alerta. Criminosos armados invadiram uma gráfica no bairro Alberto Maia e mataram Weslley Tércio Souza do Nascimento, de 29 anos. O crime aconteceu no final da tarde de quarta-feira, 12 de janeiro, enquanto a vítima trabalhava no local.
Testemunhas relataram que os assassinos atiraram várias vezes antes de fugir. Equipes de socorro levaram Weslley para o Hospital Aristeu Chaves, mas ele já chegou sem vida.
Quatro horas antes desse crime em Camaragibe, assassinos executaram o influenciador digital Nicolas Seaway, de 21 anos, dentro de sua residência no Loteamento João Paulo II. Dois homens chegaram ao local em uma motocicleta e abriram fogo contra ele. Moradores tentaram prestar socorro, mas Nicolas não resistiu.
Nas redes sociais, Nicolas acumulava 153 mil seguidores no Instagram, sendo assim, ele publicava conteúdos de humor e fazia comentários polêmicos. Pouco depois do crime, imagens da vítima já sem vida começaram a circular na internet.
A Polícia Civil investiga se os dois homicídios possuem alguma ligação e se o mesmo grupo cometeu os assassinatos. Agentes da Força-Tarefa de Homicídios da Região Metropolitana Norte já iniciaram a coleta de informações para identificar os suspeitos e esclarecer as motivações.
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Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
Juliana, de 27 anos, começou a passar mal rapidamente, com problemas respiratórios. Ela foi levada ao hospital, mas sofreu uma parada cardíaca e morreu.
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