PMs salvam bebê engasgada Foto: Reprodução/ Redes Sociais
Policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, salvaram a vida de uma bebê que estava engasgada na noite da sexta-feira, 9 de maio.
A ação ocorreu após a mãe da criança, em estado de desespero, procurar os agentes para pedir socorro. De imediato, os policiais prestaram atendimento à menina e aplicaram a manobra de Heimlich, técnica de primeiros socorros utilizada para desobstruir as vias aéreas em casos de engasgo.
Graças à intervenção rápida, a bebê foi reanimada ainda no local. Em seguida, ela foi encaminhada, acompanhada da mãe, para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, onde recebeu atendimento médico especializado.
A atuação dos policiais foi elogiada por moradores da comunidade. A corporação informou que todos os agentes da UPP recebem treinamento básico em primeiros socorros, justamente para lidar com situações emergenciais como essa.
Policiais militares da 6º CIPM salvaram, em abril deste ano, uma bebê recém-nascida, de apenas 18 dias, que estava engasgada, em Feira Nova, no Agreste pernambucano.
O efetivo que se encontrava no momento de almoço após encerrar uma ocorrência, quando foi surpreendido pela tia da criança pedindo socorro.
Ao avistar a cena através do portão da sede da Companhia, os policiais agiram rapidamente e o cabo David iniciou a manobra de Heimlich, colocando o bebê de bruços sobre o seu antebraço e realizando compressões entre as escápulas, até que a criança conseguisse respirar.
Com a melhora do quadro, todos seguiram imediatamente para o hospital local, onde aconteceu o atendimento especializado pelos profissionais de saúde. A bebê permaneceu em observação, estável e fora de perigo por algumas horas, mas já recebeu alta e está em casa.
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Em sua decisão, Zanin afirma que ela tem a altura exigida pelos precedentes da Corte e que sua aprovação prévia em testes físicos demonstra aptidão funcional.
A decisão atende a uma solicitação da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), que busca reforçar o quadro de servidores do sistema penitenciário federal.
Inicialmente, os suspeitos, um homem de 26 anos e uma mulher de 38, negaram participação, mas confessaram o crime ao serem confrontados com imagens de câmeras de segurança.
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