O caso foi registrado no município de Afogados da Ingazeira, e mobilizou equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil.
11 de abril de 2025 às 10:05 - Atualizado às 10:06
Delegacia de Afogados da Ingazeira, no Sertão de Pernambuco. Foto: Divulgação
Uma mulher foi presa em flagrante, na quinta-feira, 10 de abril, após forjar o próprio sequestro e o do filho menor de idade, no intuito de obter vantagem financeira indevida. O caso foi registrado no município de Afogados da Ingazeira, no Sertão de Pernambuco, e mobilizou equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil.
De acordo com informações da Polícia Militar, um homem procurou o setor de Inteligência do 23º Batalhão (Malhas da Lei e NI-20) relatando, em estado de visível abalo, que sua companheira e o filho do casal haviam sido sequestrados nas proximidades da Rodovia PE-292, na zona rural do município. Segundo ele, o suposto sequestrador estaria exigindo uma quantia em dinheiro, por meio de mensagens enviadas ao celular da vítima, para libertá-los.
Diante da gravidade da denúncia, as forças de segurança iniciaram imediatamente diligências conjuntas, envolvendo o 23º BPM da Polícia Militar e a Polícia Civil, por meio da 20ª DESEC e da 167ª Circunscrição, sob coordenação dos delegados responsáveis.
No decorrer das investigações, entretanto, surgiram indícios que levantaram suspeitas sobre a veracidade do relato. Informações colhidas pela equipe apontaram que a mulher e a criança estariam no município de Sertânia, também no Sertão pernambucano.
Ao se deslocarem para o local indicado, os policiais localizaram o veículo mencionado parado em frente a um estabelecimento comercial. Durante o monitoramento, a mulher foi flagrada dentro do local, acompanhada do filho, ambos em situação de normalidade, interagindo com outras pessoas e utilizando o próprio celular, sem qualquer indício de coação.
Com a confirmação da farsa, a mulher foi presa em flagrante por falsa comunicação de crime e extorsão. Ela foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil de Afogados da Ingazeira, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis. O aparelho celular da suspeita foi apreendido e será encaminhado para perícia, a fim de contribuir com as investigações em andamento.
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Segundo nota divulgada pelo STF, o conteúdo foi tornado público pela CPI do INSS, que recebeu o material por ordem do ministro André Mendonça, relator do caso na Corte.
Após cometer o crime, que ocorreu em Suape, o homem fugiu na sequência e foi localizado pela polícia no Cabo de Santo Agostinho.
Segundo as investigações, o homem atraía as vítimas para tomar um drink depois do trabalho. No encontro, ele as dopava misturando substâncias em bebidas.
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