Mãe oferecia própria filha. Foto: Reprodução/Internet
Uma mulher foi presa na última quarta-feira, 24 de abril, após oferecer a própria filha, de 13 anos, para ser abusada sexualmente por homens em troca do aluguel onde morava, em Curitiba (PR), na Fazenda Rio Grande.
Testemunhas teriam relatado o que a mãe da adolescente estava fazendo, no entanto, toda tentativa de abordagem, a suspeita conseguia se mudar antes do flagrante. O Conselho Tutelar regional, acionou a Polícia Civil do Paraná (PCPR).
Pego em ato no flagra, um homem de 23 anos que estava na cama com a menina também foi preso. No depoimento, ele afirmou às autoridades que mantinha relações com a garota por achar que não tinha problema, tendo em vista que a mãe da vítima sabia e autorizava os atos.
As investigações seguem em andamento para localizar outros suspeitos que praticaram o crime com a menina.
Além da adolescente, a mulher tem outros três filhos. Todos estão sob a guarda do Conselho Tutelar.
A Polícia Federal deflagrou, no dia 18 de março, a Operação Inocência Roubada, com o objetivo de restringir o armazenamento e o compartilhamento de material de abuso sexual infantil.
Durante a ação, foi cumprido um mandato de busca e apreensão em Jaboatão dos Guararapes, na residência de um suspeito. As investigações apontaram fortes indicações de que ele teria acesso a conteúdos que contenham imagens de abuso de crianças e adolescentes.
A operação teve início a partir de informações repassadas pela ONG NCMEC, em reports que identificaram partes de atividades suspeitas envolvendo armazenamento e compartilhamento desse tipo de material por meio de serviços de nuvem e redes sociais.
No momento da busca, não foram encontrados arquivos ilícitos na análise preliminar, mas um celular e um notebook foram apreendidos para uma análise detalhada. Caso sejam identificadas imagens ou vídeos de pornografia infantil, o suspeito poderá responder pelos crimes previstos na legislação, cujas penas podem chegar a 10 anos de prisão.
A Polícia Federal reforça a importância de não compartilhar fotos ou vídeos que envolvam crianças ou adolescentes em situações de abuso. Apenas armazenar esse tipo de material já é configurado como crime, com pena de até 4 anos de reclusão. Caso ocorra o compartilhamento, a pena pode ser ampliada para 6 anos.
Além disso, por se tratar de um crime considerado hediondo, não há possibilidade de fiança na delegacia, e o infrator pode ser encaminhado diretamente para audiência de custódia, com grandes chances de prisão.
A recomendação das autoridades é que qualquer material desse tipo de investigação seja entregue às autoridades para que possam identificar e punir os responsáveis pela produção e disseminação desses conteúdos.
O nome da operação, "Inocência Roubada", faz referência ao impacto causado às vítimas, que são, em sua maioria, crianças e adolescentes.
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A entrega representa o processo contínuo de modernização da frota da Secretaria de Defesa Social, que já passou de 837 para 925 viaturas.
Segundo o documento, o risco à vida dos policiais estava "longe" e a situação de perigo teria sido criada pelo próprio militar.
Segundo os suspeitos, a viagem havia começado no Tocantins. Eles relataram aos policiais que recebiam orientações sobre o trajeto à medida que avançavam pela estrada.
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