Em julho de 2024, a Justiça de Pernambuco condenou a mulher por crimes de racismo praticados contra integrantes da mesma família.
17 de julho de 2026 às 09:30 - Atualizado às 10:19
'Macaco': Mulher é presa após injúria racial contra criança em Caruaru Foto: Reprodução/CNF
Uma mulher de 40 anos foi presa em flagrante na manhã desta quinta-feira, 17 de julho, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, suspeita de praticar injúria racial contra um menino de 11 anos. Segundo a Polícia Civil, ela teria ido até a residência da criança e dirigido ofensas racistas, chamando o garoto de "macaco".
A suspeita, identificada como Ilária Lindalva da Silva, foi localizada por policiais da 89ª Delegacia de Polícia, no bairro do Salgado. Após a prisão, ela foi autuada pelo crime de injúria qualificada por motivação racial e encaminhada para audiência de custódia.

De acordo com as investigações, este não foi um episódio isolado. A mulher já havia sido denunciada anteriormente por praticar ofensas racistas contra o mesmo menino e outros integrantes da família.
Conforme a Polícia Civil, Ilária estava em liberdade condicional e utilizava tornozeleira eletrônica quando voltou a procurar a família. O novo caso ocorreu após ela, supostamente, repetir a ofensa racial contra a criança, que hoje tem 11 anos.
Em julho de 2024, a Justiça de Pernambuco condenou a mulher por crimes de racismo praticados contra integrantes da mesma família. Na ocasião, a sentença da 4ª Vara Criminal de Caruaru fixou pena de 10 anos e seis meses de reclusão, além de um mês de detenção e pagamento de multa.
Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), os fatos investigados tiveram início em julho de 2023, quando a acusada teria dirigido insultos racistas contra quatro membros da família, utilizando expressões como "bando de macacos" e "família de macacos". O processo também apontou ameaças e outros atos de intimidação contra as vítimas.
Na decisão, a magistrada responsável pelo caso concluiu que ficou comprovada a prática de racismo e ameaça, destacando que as ofensas foram motivadas pela cor da pele das vítimas e que a acusada mantinha comportamento hostil contra os vizinhos.
Com a nova prisão em flagrante, o caso volta a ser investigado pela Polícia Civil, enquanto a suspeita permanece à disposição da Justiça.
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Um terceiro homem, apontado nas informações iniciais como autor dos disparos, também morreu no local após uma troca de tiros.
Marcellis Blackwell cometeu os crimes enquanto trabalhava como agente no Missouri (EUA); o acusado declarou que parte das vítimas estava imobilizada sob sua custódia.
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